Análises e Estudos do Jornalismo

Site sobre Estudos do Jornalismo e da Comunicação

Archive for agosto \26\UTC 2009

Teoria da Abordagem Empírica em Campo ou “dos efeitos limitados”

Posted by analisesdejornalismo em agosto 26, 2009

Aviso Importante:

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Por Bruno Barros Barreira

Essa teoria da comunicação possui uma orientação sociológica. Assim, a perspectiva psicológica da Teoria da Abordagem Empírico-Experimental (ou da Persuasão) é deixada de lado. Agora, na Teoria da Abordagem Empírica em Campo ou dos efeitos limitados, o olhar da pesquisa recai sobre toda a mídia de forma global, a partir do ponto de vista da capacidade geral de influência sobre o público.

Portanto, o principal problema-objeto persiste na capacidade de influência da mídia sobre o público, mas com uma diferença em relação às pesquisas precedentes. Se a Teoria Hipodérmica falava em manipulação rápida e a Empírico-Experimental se ocupava da persuasão….LEIA O ARTIGO COMPLETO AQUI (MUDAMOS DE ENDEREÇO)

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O artigo acima foi retirado do livro “Teorias e Técnicas do
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PEC dos jornalistas já tem relator

Posted by analisesdejornalismo em agosto 20, 2009

Será criada uma comissão especial para acelerar a votação no Congresso

Por Bruno Barros Barreira

Na reação contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a Câmara dos Deputados dá mais um passo para resgatar a obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Esta semana, o Projeto de Emenda Constitucional 386/09, já conhecida como PEC dos jornalistas foi recebida e seu relator será o deputado federal Maurício Rands (PT-PE), na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

A autoria do projeto é do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS). A proposta será avaliada em conjunto com outras duas que versam sobre o mesmo tema. De acordo com informações da Câmara dos Deputados será criada até mesmo uma comissão especial para que os tramites sobre o assunto possam correr deforma acelerada.

Protestos

A resposta rápida da Câmara dos Deputados acontece devido a forte mobilização dos jornalistas em todo o país, que recebeu o apoio de diversas entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e diversos conselhos federais profissionais.

Em recente pesquisa coordenada pelo Instituto Census, a própria população brasileira é favorável a volta da obrigatoriedade do diploma de jornalista. Cerca de 75% dos entrevistos disseram que para atuar na área deve ser obrigatória a formação específica em jornalismo.

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Teoria do Gatekeeper ou Teoria da Ação Pessoal

Posted by analisesdejornalismo em agosto 20, 2009

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Por Bruno Barros Barreira

O termo Gatekeeper significa Guardião do portal. Só por essa definição já podemos notar claramente que a teoria repousa sobre o processo de produção e seleção de notícias, partindo da ação pessoal do profissional da área: o jornalista – mais especificamente na função de editor, já que a figura do Gatekeeper mostra um agente que decide o que se transformará efetivamente em fato ou acontecimento noticiado, ou se será simplesmente descartado.

Em termos acadêmicos, sabe-se que a Teoria do Gatekeeper é uma das primeiras a surgir na literatura específica do jornalismo. Seus contornos foram traçados na década de 1950, por David Mannig White. O pesquisador acompanhou a rotina do “Mr. Gate”, um editor… LEIA O ARTIGO COMPLETO AQUI (MUDAMOS DE ENDEREÇO)

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Jornais impressos continuam em queda

Posted by analisesdejornalismo em agosto 19, 2009

Primeiro semestre de 2009 fechou com 4,8% negativos em circulação

por Bruno Barros Barreira

De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC), os jornais jornaisimpressos continuam enfrentando perdas significativas. No balanço do primeiro semestre de 2009, as vendas dos jornais caíram em média 4,8%, comparado com o mesmo período de 2008. O que significa mais de 162 mil exemplares a menos em circulação.

O mercado continua liderado pela Folha de São Paulo, com vendas diárias próximas a 297 mil unidades, amargando queda de 5%, acima da média geral Outro que está acumulando perdas significativas é o jornal O Globo, ocupando a quarta colocação do mercado. A queda de suas vendas também ficou acima da média, com 6,5% negativos.

Mas o alarme realmente está soando para os jornais Estadão e o popular Meia Hora. As quedas foram de 17,9% e 20,4%, respectivamente. O Meia Hora já disputou o primeiro lugar em circulação, mas agora ocupa apenas a 7ª colocação.

Exceção

Quem se mantém firme no mercado é o Jornal Extra, que acumula crescimento expressivo de 17,9%, contrariando todas as expectativas do mercado. Além disso, o jornal não oferece assinatura e é vendido exclusivamente em bancas.

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Jornalismo de Resistência

Posted by analisesdejornalismo em agosto 19, 2009

A necessária representação da cidadaniana mídia em nome da democracia

Por Bruno Barros Barreira

Sem dúvidas, a mídia constitui o palco contemporâneo do debate público. Ela é um terreno de fogodisputas ferrenhas, onde as representações ideológicas de diversos grupos buscam espaço para fincar seus valores e construir a realidade de acordo com seus interesses. Na sociedade democrática, sabendo que essas disputas acontecem de forma ferrenha, tornou-se histórico e mais do que conhecido o dever da mídia em buscar sempre o equilíbrio para atender ao interesse público.

Contudo, as transformações da esfera pública – o aumento dos interesses privados – mostram que o espaço midiático, antes destinado a discutir questões públicas está sendo substituído por representações de espetáculo. Isso porque interesses dos próprios veículos de comunicação se sobrepõem à agenda pública ou ditam o que deve ser chamado de agenda pública.

Estudos específicos de jornalismo – principalmente no que diz respeito ao forte desenvolvimento das chamadas teorias do jornalismo – ajudam aos profissionais a resistir e lutar por uma produção mais crítica da notícia. Impossível? Claro que não.

Resgate de princípios

Em primeiro lugar é interessante resgatar alguns princípios do bom jornalismo. Relaciono aqui os preceitos de dois teóricos, Bill Kovack e Tom Resentiel. São princípios elementares que os jornalistas não podem esquecer. Além disso, são pontos que o público deve exigir:

1) A primeira obrigação do jornalismo é com a verdade;

2) Sua primeira lealdade é com os cidadãos;

3) sua essência é a disciplina da checagem;

4) Seus praticantes devem manter independência de quem estão cobrindo;

5) Deve funcionar como um monitor independente do poder;

6) Deve apresentar um fórum para a crítica pública e o compromisso

7) Deve lutar para transformar o fato significante em interessante e relevante

8) Deve manter as notícias compreensíveis e equilibradas

9) Seus praticantes devem ter liberdade para exercer a consciência pessoal.

Esses princípios favorecem a cidadania. E mesmo que atualmente se alegue que o jornalismo atravessa uma crise de desconfiança, é inegável que o profissional goza de certa liberdade para dar seus enfoques interpretativos à reportagem. Até porque os grandes jornais vivem de credibilidade e por mais maniqueístas que sejam, sabem que é a credibilidade que os sustenta. É a credibilidade que atrai leitores e, conseqüentemente, anunciantes.

Sendo assim, o jornalista não pode deixar de praticar esta liberdade editorial. Sua resistência deve ser diária. Sua crença na democracia e no bem do cidadão deve estar acima de um bom emprego. Até porque, se a sua credibilidade individual for manchada será seu próprio suicídio profissional e, certamente, o mais prejudicado da história. Sua estabilidade numa empresa está intimamente ligada a sua credibilidade.

Resistência na prática

Se analisarmos o modo de produção jornalística, conforme já diagnosticou os estudos do newsmaking, veremos que é plenamente possível praticar o jornalismo de resistência. Quando o repórter sai às ruas é porque, no mínimo, goza da confiança de seu editor para apurar os fatos corretamente. Ou seja, o enfoque interpretativo que o nosso repórter trará para a redação será, basicamente, o oficial. Até porque, na rotina diária de uma redação, o editor não terá como fazer uma nova confirmação dos dados.

Não estou dizendo que o jornalista deve fazer política partidarista, seguindo a ideologia de esquerda ou direita. Não se trata disso, mas, como diz Felipe Pena, no livro “Teoria do Jornalismo” trata-se de olhar o acontecimento ao inverso.

Usando o mesmo exemplo que Pena usou em seu livro, digamos que no último mês uma onda de assaltos assustou os moradores da Zona Sul do Rio de Janeiro (área nobre da cidade). E, com isso, a estatística de violência na região, conseqüentemente, disparou. Assim, os jornais, claramente, pediram aos seus repórteres para questionar as autoridades sobre quais as medidas serão tomadas, para reverter o quadro.

A resposta quase sempre será a mesma. “Vamos aumentar o efetivo da policia militar na região, colocar mais guardas municipais nas ruas dos bairros, instalar cabines de segurança etc.”. No jornalismo de resistência, o repórter não deixará de pensar no restante da população, que não mora nas áreas nobres – aliás, parcela que constitui a maioria dos cariocas.

E, assim, vários questionamentos poderão ser feitos. “1) De quais bairros do subúrbio esse efetivo extra da polícia militar e da polícia municipal será tirado? 2) De acordo com o histórico de estatísticas de violência no Rio, os bairros do subúrbio são sempre os mais violentos. Esse remanejamento não irá prejudicar ainda mais a vida dos cidadãos dessa região?”. Não há um editor que negará a seus repórteres a publicação de questionamentos como esses. Eles mostram equilíbrio, possuem interesse público e, certamente, despertam os potenciais leitores a consumir o produto noticioso”.

Como pode ser visto, portanto, o jornalismo de resistência é viável e se encaixa sem grandes esforços no modelo de produção diária do jornalismo atual.

Sugestões bibliográficas

Pena, Felipe. Teoria do Jornalismo. Editora Contexto

Bucci, Eugênio. Sobre ética e imprensa. Companhia das Letras

Kovack, Bill e Resentiel, Tom. Elementos do Jornalismo.

Traquina, Nelson. Teorias do Jornalismo: porque as notícias são como são. EFSC.

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A briga Globo x Record

Posted by analisesdejornalismo em agosto 19, 2009

Um exemplo de como a realidade pode ser construída

Bruno Barros Barreira

tvA briga entre a Globo e a Record possui acusações sérias para ambos os lados. Mas o objetivo deste artigo não é fazer uma análise dessas denúncias e tentar descobrir o que há realmente de verdade nas reportagens, claramente tendenciosas de ambos os lados. O nosso objetivo é mostrar como, de fato, o que chamamos de realidade pode ser moldado, construído por instituições como mídia, igreja, partidos e outros que carregam ideologias liberais, conservadoras, reacionárias, contestadoras etc.

Isso porque as representações sociais transmitidas por esses conjuntos interpretativos são capazes de nos ajudar a entender o mundo de uma forma específica. Como já dissemos no artigo “A mídia e as representações sociais” a forma de um muçulmano entender o mundo, certamente, não é a mesma de um cristão.

Dois mundos diferentes

O conjunto de valores difundidos pelas duas emissoras mostra comportamentos e aceitações de um bloco ético totalmente diferente. E isso ainda é reforçado com o uso da linguagem jornalística pelas duas principais emissoras de TV do país, que se aproveitam da imagem de credibilidade histórica do jornalismo em si, solidificada ao longo da história do século XX – que nos levou a autorizá-lo a dar suas versões do que chamamos de realidade no contexto Ocidental.

Visão liberalista x visão religiosa

A Globo, por exemplo, com sua ideologia liberalista, coloca como ultrajante o fato de diversos fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus doarem bens como casas, veículos e grandes quantias de dinheiro à instituições para, depois, ser usado pela igreja na compra  de uma emissora de TV, financiá-la e investir em melhorias em forma de doações.

Mas, na visão religiosa e conservadora dos fiéis da Universal, essa prática, mesmo que não declarada oficialmente, não incomoda e nunca os incomodou. Teoricamente, eles seriam os maiores interessados, mas ainda acreditam que é de direito da igreja doar o dinheiro para qualquer atividade, desde que para fins não ilícitos.

Assim, no conjunto de valores formado pelos fiéis da Universal não há motivos para o ministério público condenar as ações da Igreja e, conseqüentemente, prejudicar a emissora Record, uma vez que os fiéis não doam os dízimos e ofertas de forma forçada, mas livremente, exercendo o direito de liberdade religiosa e ainda apóiam e dão total liberdade para a igreja usá-lo como quiser.

E, de fato, pela lei, não se configura como crime as ações da Universal, muito embora este autor também concorde ser um absurdo as gordas doações feitas por seus fiéis à instituição religiosa. Um exemplo claro de como as representações sociais moldam a nossa forma de ver o mundo.

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Igreja Universal oferece 545 milhões à Globo para exibir programa

Posted by analisesdejornalismo em agosto 18, 2009

por Bruno Barros Barreira

dinNo último dia 17, a Igreja Universal do reino de Deus fez a Rede Globo uma proposta de R$ 535.300.000,00 para comprar um espaço na grade de programação da emissora, com o objetivo de aumentar seu trabalho de evangelização. Basta contextualizar que para perceber que o montante oferecido serve como um duro golpe contra a emissora Globo, pois o valor ultrapassa a denúncia de R$ 400 milhões que a instituição religiosa teria passado à Record.

Agora a Igreja Universal pode alegar claramente que o dinheiro denunciado pelo Ministério Público é legal e foi parte de um acordo para a veiculação de programas religiosos. A Rede Globo anunciou que irá recusar a proposta, pois alega que não comercializa seus horários.

Em nota oficial, os líderes da instituição religiosa reafirmaram o interesse na transação, pois “Como uma entidade evangélica, a Igreja Universal acredita na propagação do Evangelho por meio de veículos de comunicação de massa”.

Ataques entre as emissoras continuam

Ao mesmo tempo, o jornalismo de ambas as emissoras continuam empenhados em denunciar qualquer suspeita de fraude ou crime existente nos papéis das duas redes de TV. A Record transmitiu mais uma vez as sérias acusações contra a Globo, como no caso do terreno público de São Paulo e as supostas falsificações dos documentos de compra da TV paulista.

A Rede Globo, por meio de sua assessoria, disse que não irá responder as denúncias da Record, pois “são agressões gratuitas”. A Igreja Universal do Reino de Deus já havia oferecido uma proposta semelhante à Rede Globo para comprar uma parte de sua grade de programação em 2007, rejeitada pelo mesmo motivo atual.

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A briga Globo x Record

Posted by analisesdejornalismo em agosto 18, 2009

Um exemplo de como a realidade pode ser construída

Por Bruno Barros Barreira

tvA briga entre a Globo e a Record possui acusações sérias para ambos os lados. Mas o objetivo deste artigo não é fazer uma análise dessas denúncias e tentar descobrir o que há realmente de verdade nas reportagens, claramente tendenciosas de ambos os lados. O nosso objetivo é mostrar como, de fato, o que chamamos de realidade pode ser moldado, construído por instituições como mídia, igreja, partidos e outros que carregam ideologias liberais, conservadoras, reacionárias, contestadoras etc.

Isso porque as representações sociais transmitidas por esses conjuntos interpretativos são capazes de nos ajudar a entender o mundo de uma forma específica. Como já dissemos no artigo “A mídia e as representações sociais” a forma de um muçulmano entender o mundo, certamente, não é a mesma de um cristão.

Dois mundos diferentes

O conjunto de valores difundidos pelas duas emissoras mostra comportamentos e aceitações de um bloco ético totalmente diferente. E isso ainda é reforçado com o uso da linguagem jornalística pelas duas principais emissoras de TV do país, que se aproveitam da imagem de credibilidade histórica do jornalismo em si, solidificada ao longo da história do século XX – que nos levou a autorizá-lo a dar suas versões do que chamamos de realidade no contexto Ocidental.

Visão liberalista x visão religiosa

A Globo, por exemplo, com sua ideologia liberalista, coloca como ultrajante o fato de diversos fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus doarem bens como casas, veículos e grandes quantias de dinheiro à instituições para, depois, ser usado pela igreja na compra  de uma emissora de TV, financiá-la e investir em melhorias em forma de doações.

Mas, na visão religiosa e conservadora dos fiéis da Universal, essa prática, mesmo que não declarada oficialmente, não incomoda e nunca os incomodou. Teoricamente, eles seriam os maiores interessados, mas ainda acreditam que é de direito da igreja doar o dinheiro para qualquer atividade, desde que para fins não ilícitos.

Assim, no conjunto de valores formado pelos fiéis da Universal não há motivos para o ministério público condenar as ações da Igreja e, conseqüentemente, prejudicar a emissora Record, uma vez que os fiéis não doam os dízimos e ofertas de forma forçada, mas livremente, exercendo o direito de liberdade religiosa e ainda apóiam e dão total liberdade para a igreja usá-lo como quiser.

E, de fato, pela lei, não se configura como crime as ações da Universal, muito embora este autor também concorde ser um absurdo as gordas doações feitas por seus fiéis à instituição religiosa. Um exemplo claro de como as representações sociais moldam a nossa forma de ver o mundo.

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Teoria da Abordagem Empírico-Experimental ou da Persuasão

Posted by analisesdejornalismo em agosto 17, 2009

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O modelo comunicacional da Teoria Empírico-Experimental (ou da Persuasão) permanece semelhante ao da Teoria Hipodérmica, mas com a adição do fator psicológico. Assim, sua formula representa uma revisão da relação mecanicista e imediata do E→R (Estímulo → Resposta), para a seguinte formula: E→FP→R (Estímulo→Fatores Psicológicos→Resposta).

Ao enxergar dessa forma, a abordagem de estudo deixa de ser global – baseado na crença de que todo estímulo gera uma reação (behaviorista) – para se tornar direcionada com o intuito….. LEIA O ARTIGO COMPLETO AQUI (MUDAMOS DE ENDEREÇO)

Links relacionados

Teorias da Comunicação

Teoria Hipodérmica

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Jornalistas e parlamentares se reúnem nesta segunda, 17/08, para discutir queda do diploma

Posted by analisesdejornalismo em agosto 16, 2009

Por Bruno Barros Barreira

Parlamentares da bancada gaúcha se reúnem com jornalistas e estudantes, nesta segunda-feira, às 9h, para discutir as ações dos congressistas pela volta da obrigatoriedade do diploma de jornalismo, que foi derrubada devido a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O encontro acontece na cidade de Porto Alegre, na Rua Marcílio Dias, 574.

 A iniciativa é realizada com a promoção da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul e pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), em parceria com o Conselho dos Assessores Municipais de Comunicação Social (Ceascom).

 De acordo com a Ordem Dos Advogados do Brasil (OAB), a decisão do Supremo pode ser revista e/ou alterada através de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), feita pelos congressistas.

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